quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Happy Valentine's Day !!!!!

Escolhi esta receita especial para oferecer às queridas Laila e Marizé. E a todos os meus amigos(as) e visitantes do Pitadinhas!!!
É de chocolate, tem Nutela, tem avelãs, e é da Valentina, mestra nas delícias. E já foi ratificada pela Luna e pela Verena.
Só digo uma coisa: FAÇAM, é delicioso, pouco doce, para comer e repetir!

MUFFINS DE BROWNIE DE CHOCOLATE
300 de farinha de trigo com fermento (caso não tenha utilize farinha de trigo normal e duas colheres de chá de fermento para bolo)
35g de chocolate em pó amargo – usei cacau em pó
75g de açúcar
60g de manteiga derretida
95g de grãos de chocolate ou pedacinhos de chocolate – usei gotinhas de chocolate meio amargo
75g de pistache picado – usei avelãs
125ml de nutella – usei 160g
1 ovo batido levemente
180ml de leite em temperatura ambiente
125g de iogurte natural

Prepare 12 forminhas de muffin. Nas minhas formas, rendeu 14 muffins. Pré-aqueça o forno a 200ºC.
Numa tigela coloque todos os ingredientes secos e mexa para misturar. Não bata.
Numa outra tigela coloque todos os ingredientes líquidos e cremosos. Misture-os.
Depois derrame os líquidos na tigela onde estão os sólidos e misture os ingredientes utilizando um garfo. Isto é para que a massa fique ‘grosseira’ pois massa macia é para bolo. E muffins tem consistência diferente.
Divida a massa igualmente pelas forminhas e leve ao forno por aproximadamente 20 minutos, na prateleira do meio.
Faça o teste do palito.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Esquisitices, Livros e Batatinhas pra Acompanhar


Fui desafiada, na lata, pelas danadas Dani, Cris/Mix e Flosinha, a entregar meus hábitos, ou costumes, ou manias, ou esquisitices...... tudo depende do ponto de vista!!!

Já dei muita risada lendo as ‘esquisitices’ dos outros, daí percebi que as minhas, são, digamos, esquisitices normais... vamos lá, tomei coragem pra revelar que:

. também não durmo com as portas abertas dos armários, seja do quarto, da sala, da cozinha... qualquer que seja;
. perfume, antes de sair de casa, é óbvio, sempre;
. não me cutuque nos ombros. Isto lá é jeito de chamar a minha atenção! Nem se for porque não se pode falar no ambiente em que estivermos, cutuco NÃO!;
. não suporto balançar na rede. Balanço de criança, adoro, vôo alto, pulo lá de cima, me esburracho no chão, me divirto, mas balançar na rede, por favor NÃO!;
. a 1ª prateleira da geladeira só pode ter alimentos de/para café da manhã – leite, manteiga, iogurtes, café... se não tiver jeito mesmo, abro exceção para frutas, isso só depois de ter feito a maior engenharia para guardar/empilhar potinhos, trocar para um refratário menor...tem que ter outro lugar, e nadica de outra coisa!;
. deixo as embalagens, quando estão no finzinho, de cabeça pra baixo... nunca vi pão duro para shampoo, ou para hidratante, ou para detergente de pia, ou...;
. me dá nos nervos ver uma mãe/avó/madrinha/tia chacoalhar o bebê no colo para ele parar de chorar ou para fazê-lo dormir! Coitado do bebezinho, é por isso que ele chora! Aconchega o bebe no peito, cantarola bem baixinho, num instantinho ele se acalma, relaxa... tá bom, se for cólica não tem jeito nem chacoalhando, nem cantarolando...;
. fazer doces e salgados ao mesmo tempo num dá! Faço o salgado, limpo toda a cozinha, e só depois de ficar brilhando é que começo o doce...;
. chave, nas portas, tem de ficar de pezinho, não enviesada nem deitada; se estiverem, vou lá e ajeito;
. dormir, só coberta e com meinhas, não importa o verão escaldante que estiver...;
. uma colher para doce e outra colher para salgado, não misturo ou troco de jeito nenhum.

Bem, acho que esta listinha já está bem grande...




E

A querida Risonha me pediu para mostrar minha coleção de receitas!

Teve uma época que eu tinha trocentos livrinhos, anotações, cadernos de receitas... enfim um montão.

Desde que montei meu ‘livro de receitas’ no micro, fui, pouco a pouco, copiando as receitas testadas e aprovadas por mim e as interessantes, a serem testadas, das revistas e me desfazendo delas após. Inclusive de alguns livros... Definitivamente não tinha mais lugar para guardá-los.
Já tenho que fazer nova ‘rapa’, assim que tiver um tempinho, preciso fazer. Aqui estão alguns que tenho guardado aqui em casa, faltam os de chocolate...





Alguns não me desfaço de jeito nenum, como este que ganhei de dia das mães do meu filho, há 4 anos atrás. Não é lindo o mini chef ?!!!






E agora, chegaram umas novas revistas e livros, que trouxe da viagem...


Vou sossegar até folhear, escolher e testar trocentas receitas, daí, passo para o micro...

Ah,

As Batatinhas!!!

Outro dia a Carla apresentou uma sugestão deliciosa: sabe aquelas batatinhas palito, pré-fritas, congeladas?

Coloque-as numa travessa refratária, tempere com sal, azeite, e um tantinho de alecrim (ela fez com orégano) e leve para assar, misturando de vez em quando. Quando estiverem douradinhas, está pronta! Viu! Sem frituras (tá bom, ela já é pré-frita, mas você não frita elas em casa, portanto, super mais prática) e fica super crocante! Deliciosa!!

Servidos?

domingo, 10 de fevereiro de 2008

New York, Sullivan St Bakery e delícias

O primeiro destino da viagem das férias foi New York.
Foi nossa primeira visita a Big Apple! Estávamos empolgadíssimos, o tempo era curto – só 4 dias, e queríamos ver/visitar/conhecer tudo – impossível, é lógico, então a solução foi elencar alguns lugares que gostaríamos de visitar e ‘pernas pra que te quero’.
Para nós, que não estamos acostumados com invernos rigorosos, estava um frio de rachar! A média, brrrrr, durante o dia, brrrrrrr, foi de -2ºC, brrrrr. Sem neve! Nenhuminha (bom, só uminha no último dia, bem de leve...). Meu sonho de conhecer o Central Park coberto de neve ficará para uma próxima viagem. Ótimo motivo para voltar, né não!

Os esquilos vieram nos recepcionar, mas com o frio que estava, até tirar máquina, luvas e bater fotos, muitos já tinham ido embora, deu para salvar 2 fotos...



Um dos lugares que eu tinha anotado e que gostaria de visitar era a padaria da Sullivan Street.
Lembram do post da Cris sobre o pão que foi motivo de reportagem no New York Times? No último dia consegui ir até lá. Já estava no final do dia, nenhuma máquina estava funcionando, então, só conheci as delícias que estavam no balcão. Um lugar simples de tudo, só entrada e balcão.
A atendente, muito gentil, me perguntou qual eu gostaria de experimentar. O tradicional estava estalando de fresquinho, e nem bem terminei minha fatia ela já me ofereceu o de azeitonas, o integral, o de nozes com passas, tortinhas de chocolate, biscotti. Fiquei sem graça de fotografar tudo então são só uns registros acanhados...


Ah, e aproveitei e levei uns pãezinhos e biscotti para comer no hotel! Delícia!

E trouxemos pra casa outras delícias também:



Levei na minha bolsinha a relação de especiarias dos desejos da Marizé, mas infelizmente não tivemos oportunidade de visitar um mercado, como o Chelsea Market. Pena mesmo... mais um ótimo motivo para voltar!

E, para finalizar, vejam o que eu trouxe pra casa também:


Diversão pra mais de metro!
Beijinhos

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Um Risoto de Frango


Voltamos das férias e como o dia-a-dia já está me ocupando o tempo, ainda não tive chance de descarregar as fotos no micro... Assim que der, conto como foi.

Minha despensa tão pouco a geladeira foram reabastecidas, mas as barriguinhas precisam ser alimentadas. Então, caça aos saldos: no freezer estavam e descongelei: um franguinho refogado e um caldo de frango, que fiz uns dias antes de viajar.

Então, o jantar de ontem foi um risoto de frango, simples, com arroz agulhinha mesmo.

Preparei da maneira tradicional:

Refoguei cebola em azeite, quando ficou transparente juntei o arroz lavado e escorrido, deixei refogar um pouco, acrescentei vinho branco, mexendo de vez em quando até o vinho evaporar e fui juntando o caldo de frango quente, mexendo, até cozinhar o arroz, al dente. Aqueci o frango e juntei ao arroz, misturando bem e acertei o sal. Quando estava no ponto, apaguei o fogo, juntei manteiga gelada misturando delicadamente e por fim, queijo parmesão ralado – que também estava no freezer.
Pronto!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Retornando, com a Torta de Uvas da Virada

Voltei!!!
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Viajamos, passeamos, nos divertimos, nos cansamos, conheçemos novos lugares, revisitamos outros, e agora, a rotina implora pelo retorno. Adoro viajar, e voltar também!
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É ótimo estar de volta e mal posso esperar para ver tudo o que vocês têm postado, ansiosa para visitar os blogs amigos, saber das novidades e bater papo! Que saudades eu senti!!
Aos poucos vou me atualizando, quero saber de tudo!
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Preparei esta Torta de Uvas para a passagem do Ano Novo, e não tive chance de postar. Agora é uma ótima oportunidade!
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Beijinhos!
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Para agradar barriguinhas e superstições na virada do ano, esta torta de uvas é ótima.
Acabei fazendo com uvas rosadas, pois estavam super docinhas – as brancas que experimentei estavam verdes, e não queria começar o ano ‘azeda’!!!
E por conta disto, não pincelei as uvas com geléia, achei que ficaria muito doce.... perdi na apresentação – a geléia sempre confere um brilho, mas ganhei no sabor!

Fiz numa torteira grande que tenho, de 25cm, mas como sobrou massa – fiz mais 2 pequenas de 8 cm, acredito que a receita dê perfeitamente para uma torta baixa de 28 cm ou até 30 cm, ficando com uma massa mais fininha, e mais gostosa. (A minha ficou um pouco grossa, não gostei muito).


Para 8-10 porções
Para a massa
3/4 xícara (chá) de açúcar de confeiteiro
100 g de manteiga
2 ovos
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
farinha de trigo para polvilhar
grãos de feijão cru
1 pitada de sal


Numa tigela, misture o açúcar e a manteiga até obter uma pasta.
Em seguida, acrescente os ovos e o sal e misture. Quando ficar homogênea, acrescente a farinha de trigo. Trabalhe a massa com as mãos até que ela fique lisa e uniforme.
Faça uma bola e cubra a tigela com filme plástico. Leve à geladeira por, no mínimo, 1 hora ou até a massa ficar bem dura.
Enquanto a massa gela, comece a preparar o recheio.
Pré-aqueça o forno a 150°C (temperatura baixa).
Quando a massa estiver bem dura, retire da geladeira. Numa superfície de trabalho enfarinhada, abra a massa com um rolo. Deixe a massa com cerca 0,3 cm de espessura. Esta massa deve ser trabalhada enquanto está gelada e muito rapidamente, para que não se quebre.
Numa fôrma própria para tortas, coloque a massa e fure com um garfo por toda a sua extensão.
Coloque uma folha de papel-alumínio sobre a massa e acrescente feijão cru, para criar peso.
Leve a torta ao forno pré-aquecido e deixe assar por 15 minutos.
Retire a fôrma do forno e remova os feijões e a folha de papel-alumínio da massa.
Leve a massa novamente ao forno e deixe assar por mais 15 minutos ou até que comecem a dourar.
Retire a massa do forno. Reserve.


Para o recheio
500 ml de leite
1 xícara (chá) de açúcar
2 ovos
2 gemas
2 colheres (sopa) de maisena
2 colheres (sobremesa) de farinha de trigo
2 colheres (chá) de essência de baunilha

Numa panela, misture o leite e metade do açúcar e leve ao fogo alto para esquentar.
Numa tigela, misture bem o açúcar restante, a maisena, a farinha de trigo e os ovos.
Acrescente um pouquinho do leite quente à mistura dos ovos e mexa bem. Vá acrescentando o leite aos poucos até o fim misturando sem parar. Este processo é importante para que os ovos não cozinhem.
Volte a mistura para a panela e leve ao fogo médio. Continue misturando, sem parar, até obter um creme grosso. Desligue o fogo e acrescente a essência de baunilha.
Transfira o creme da panela para uma tigela. Cubra com filme plástico e leve à geladeira para esfriar.


Montagem
1 cacho de uva-itália
2 colheres (sopa) de geléia de damasco (não usei)

Retire as uvas dos cachos e lave sob água corrente.
Com uma faquinha, corte as uvas ao meio, no sentido do comprimento, e retire as sementes. Reserve.
Com uma colher, espalhe bem o creme de baunilha sobre a massa. Cubra com as uvas, colocando uma ao lado da outra e seguindo a circunferência da torta.
Numa tigelinha, misture bem a geléia de damasco e a água. Passe a mistura por uma peneira fina.
Com um pincel, passe a mistura de geléia sobre as uvas. Sirva a seguir.


Esta é uma das pequenas, que deixei em casa – a grande levei para a casa de minha cunhada, onde passamos a virada do ano!